Boa noite.
Quase um ano sem postar.
Muitas coisas aconteceram, muitas mudanças, decisões, pessoas, pessoas e pessoas.
É engraçado como simples coisas mudam seu humor né? Hoje, ainda dia 1º de Abril, não é uma mentira que eu estou triste. Não é uma mentira que eu tenho vontade de chorar, não é uma mentira que eu lembrei do ''passado, arduo, fardo, que carrego eu''(Isabela Taviani).
Tô me sentindo completa, me sentindo radiante.
Mas meu caro, você se pergunta: Como pode haver tantos sentimentos?
Eu te respondo: Sendo intensa/vivendo intensamente.
Todo mundo deveria experimentar algo assim.
Acordar num belo dia e dizer: - Hoje é meu último dia! (estilo a propaganda de uma marca de automóvel).
Ok, não precisa sair listando as coisas e por favor, use camisinha. rs
Mas é questão de sentir tudo, ter emoções mais a flor da pele, querer ter e ter mesmo algo, alguém e faze-lo feliz. Assim consigo ser intensa. Consigo amar. Consigo me entregar. Consigo achar (isso mesmo, porque nunca meu caro, será o bastante) que faço tudo de melhor sempre!
Eu queria ser perfeita, ser merecedora desse amor que explode dentro de mim, queria poder gritar pro mundo, dizer que nunca me senti tão bem, limpa, feliz em relação a tudo isso.
Queria poder olhar nos olhos, e saber que alí o tempo parou e fazer daquele instante uma foto.. moldura-la e expor nas melhores galerias do mundo. E sim, ganharia milhares de prêmios, pois todos iriam conseguir enxergar o quanto é belo o amor, é belo amar. Contemplariam aquela imagem sendo algo sublime e seria perpetuado para sempre na lembrança de quem a visse.
Sonhos, sonhos, sonhos...
Sonho tanto e nada realizo.
Mentira! Não sonho. Só vivo!
É isso sim meu caro, não tenho sonhos, sou uma mulher de pés no presente, e a alma no passado e sem projeção ao futuro.
Vivo o que tenho que viver, sinto o que tenho que sentir, amo quem tenho que amar, da maneira que preciso amar e tenho vontade de amar. Não nego amor, amo mesmo, amo intensamente como quando o fogo queima a lenha, intenso!
Mas não me peça pra esquecer.. Oh minha doce paixão, não me peça. Me sinto lisongeada por sentir esse amor, mas isso é tudo? O amor é tudo? Ou tudo é amor? Amar é tudo? O amor pode tudo? Posso ser grossa? Posso gritar? Posso não querer mais nem ouvir sua voz nos próximos pelo menos 5 minutos ?(sim, é esse o tempo que eu consigo ficar sem te ver, te ouvir, porque depois desse período, é só saudade)
Isso aqui tá o muro da lamentação, misturado com paixão, com raiva!
Ainda é 1º de abril? Sim, ao que me consta, e nada disso é uma mentira.
Eu sempre começo a escrever sem saber que rumo tomar.
Eu só sei que eu te quero nos meus braços, quero tomar esse rumo, o rumo do meu corpo com o seu, da minha vida com a sua, sem saber o que virá depois, sem futuro, sem passado, o presente pra sempre. Mas um presente de PRESENTE MESMO, não a distância que causa todo esse reboliço, esse embaraço, esse ciúmes, esse terrorismo com nossos corações.
Eu te amo, eu te amo
EU TE AMO!
Amplexos,
Thalita Barzon
